O GRANDE PRINCIPE

O GRANDE PRINCIPE
SERVO DE JESUS

segunda-feira, 8 de julho de 2013

ARCANJO RAFAEL E MÃE MARIA



Arcanjo Rafael e Mãe Maria














Cor – verde
Raio – quinto raio
Dia da Semana – quarta feira
Chama – Cura
Lar Espiritual – Fátima - Portugal

O que deve pedir

Dons Espirituais: Integridade, visão, visão espiritual, inspiração da verdade.

Ajuda prática: Cura do corpo, mente alma e espírito; inspiração para a prática e estudo da música, matemática, ciência e medicina tradicional e alternativa; suprimento de suas necessidades físicas, como alimento vestuário, abrigo instrumentos de trabalho, etc.



Atuação a nível mundial: Reparação das divisões entre as nações, cura de feridos em campos de batalha e ainda inspirando novas curas para doenças. Rafael é conhecido como o anjo da ciência, do conhecimento e da cura.


Os textos judaicos afirmam que ele revelou a Noé o poder curativo das plantas, curou um cego e aprisionou um demônio. Os católicos o reverenciam como o anjo que curou o doente no tanque de Betesda. Ao enfrentar um problema de saúde física ou mental, providencie primeiro a ajuda de um profissional, seja médico, quiropático, ou especialista e, então peça aos anjos para se lançarem ao trabalho. Peça que alcancem o cerne da energia negativa que está causando esta situação e atuem através dos profissionais que você escolheu. Se rezar e não obtiver resultados imediatos, não desista. Rafael explicou que nem sempre a cura é possível. O seu carma pode exigir que, durante um certo período de tempo, você passe pela dor física ou por alguma doença. Entretanto, as suas orações podem ajudar na cura das doenças da alma e do espírito que o levaram a criar esse carma.

Maria, a mãe de Jesus, é conhecida como a rainha dos anjos. Ela tem sido associada a milhares de curas milagrosas, especialmente em Lourdes, na França, em Fátima, Portugal, em Medjugorge, na ex-Ioguslávia e em outros locais onde ela tem aparecido. Muitos estudantes da Summit Lighthouse relataram curas que relacionam com as orações feitas à Mãe Maria juntamente com o Rosário Escritural da Nossa Senhora para o Novo Milênio.
FIATS
EU SOU A RESSUREIÇÃO E A VIDA DA MINHA SAÚDE PERFEITA AGORA MANIFESTADA! NO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA EU CONFIO!
 O Arcanjo RAFAEL (Seu Complemento Divino: MÃE MARIA) do Quinto Raio da Cura e Consagração, diz:
"Consagrai a vós próprios e no mesmo instante, quando vossos olhos enxergarem imperfeições - vós sabeis aonde podeis encontrar o vosso EU SOU! Dizei em vosso íntimo: "Bem-Amado Pai, perdoai a minha transgressão da Lei do Amor. Bem-Amado Arcanjo Rafael, santificai, novamente, meus olhos, para que eles somente vejam a Perfeição!" Se ouvistes falatórios negativos, se vossas mãos gesticularam impacientemente, se deixastes explodir um mau humor, se vossos lábios proferiram palavras ásperas, dizei em vosso íntimo: "Bem-Amado Pai, perdoai-me do mau uso que fiz de Vossa Energia!" Deveis renovar constantemente esta idéia; Paderewski não chegou a ser um mestre da música no curto espaço de um dia!... Somente está em perigo aquela emanação de vida que, por si só, não se ergue, por si só não se levanta, limpando os joelhos do pó e tentando novamente aceitar as bênçãos do Céu. Consagrarei diariamente vossos quatro corpos inferiores, vinte e quatro vezes por dia, se Eu for apelado para fazê-lo e se tiverdes necessidade. Não me faz diferença, este é o objetivo de minha existência.

APELO:

Bem-Amado Arcanjo Rafael, eu vos amo e vos abençôo.
Agradeço Vosso grande auxílio prestado à mim e à humanidade.
Selai-me e a todas as pessoas na Vossa Chama da Consagração e da Perfeição!
Auxiliai-me a ver somente a PERFEIÇÃO!
Eu penso na PERFEIÇÃO, eu sinto a PERFEIÇÃO, eu vejo a PERFEIÇÃO, eu ouço a PERFEIÇÃO, eu falo a PERFEIÇÃO
- EU SOU e manifesto somente a PERFEIÇÃO, agora e para sempre.

Fonte: www.naveluz.arq.br Copyright 2007 Summit Lighthouse do Brasil

Mãe Maria

Maria, a Grande Mãe, que deu à luz o Salvador, vive em nosso mundo há muito tempo, e tem feito parte da extensa cadeia de mestres que ensinam diretamente à alma e ao coração dos Homens. Na antiga Atlântida, Maria era a incorporação do raio da Mãe, e servia no Templo da Verdade, onde, como sacerdotisa, guardava a chama esmeralda do quinto raio. Servindo sob os mestres da Verdade, Maria estudou as artes da cura e submeteu-se às disciplinas requeridas a cada alma que deseja ampliar a consciência do Senhor. Ela aprendeu, por meio da compreensão das Leis, que toda doença, deterioração e morte são causadas por um bloqueio do fluxo da luz em algum ponto nos quatro corpos inferiores do ser humano, e que essa obstrução da energia resulta do emprego errado do fogo sagrado, com seu carma correspondente. A cura para todas as doenças é a harmonização do fluxo através dos centros luminosos nos corpos inferiores, que é efetuada pela iniciação da chama da ressurreição. Há muito tempo, no Templo da Verdade, ela experimentava as leis do fluxo que governam toda a vida.

 Ela já sabia que, em outra vida, seria a escolhida para carregar o Filho de Deus, que traria as leis da ciência divina para a presença dos Homens. Em todas suas encarnações, Maria trabalhou com sua chama gêmea, o arcanjo Rafael. Ele permaneceu no céu (o plano do Espírito) para focalizar lá as energias iniciais, enquanto ela fez seu domicílio na terra (o plano da matéria), para focalizar as energias de materialização e concretização. Assim, a sua identidade Divina era fixada e estava integrada a toda a existência tanto física quanto espiritualmente . 


“Amados Filhos, Que as bênçãos do amor tragam paz aos vossos corpos, mentes e corações. A força da esperança paira sobre vosso planeta e seus filhos. Esperança de dias melhores, esperança de um mundo melhor; a humanidade se dá conta que é chegado o momento de experienciar grandes transformações, transformações que levarão todos a vivenciar a felicidade. O medo cede lugar para a expectativa ansiosa de que é chegada a hora de trazer à tona os verdadeiros valores pelos quais aceitastes encarnar nesse vosso planeta. Muitas são as indagações que emergem em vossas mentes neste momento decisivo da jornada; vossos corações pulsam e vibram em uma nova sintonia, a sintonia da unidade que revela finalmente que sois, sim, todos irmãos, e que o planeta que habitais pertence igualmente a todos vós. É tempo de esperança, é tempo de por em prática novas idéias, aquelas que sabeis ser parte de vossa herança divina, aquelas que ficaram adormecidas por tanto tempo, as novas idéias que revelam vossos verdadeiros ideais. Engrossai, pois, a caravana dos esperançosos que se lançam de corpo e alma na construção do mundo ideal, o mundo dos justos, o mundo da igualdade, o mundo onde todos são impulsionados pela força do amor, que só constrói, e não mais pela competição egoísta que separa, limita, destrói. A vida vos oferece uma grande oportunidade de dar um basta ao limite, à dor, as guerras, ao sofrimento, e só exige de vós coragem, fé, determinação e muito amor e compreensão; compreensão que torna claro que o objetivo de toda a humanidade é único, crescer em verdade e em espírito e que crescer exige mudanças. Mudanças, amados, mudança de conceitos, de atitudes, de crenças; lembrai-vos, porém, que a mudança só é possível quando o amor se faz presente impulsionando a força de vontade para exercitar a árdua tarefa que vos trouxe ao mundo da 3ª dimensão. Lembrai-vos, ainda, que nada podeis fazer sozinhos, isolados do todo, pois sois partes de um corpo maior que abriga todos os vossos irmãos, além de vós, e onde também tem morada todas as formas de vida que compartilham esse vosso planeta. É tempo, pois, de voltardes vossos olhares para um mesmo ponto, o ponto onde se revela a verdade de que existe um só caminho a percorrer neste tempo, e que esse imenso rebanho que compõe a humanidade precisa caminhar em uma mesma direção, para que o caos ceda lugar à ordem, a ordem que é única em todo o Universo, a ordem que resulta das leis espirituais que mantém a perfeição e o equilíbrio de todas as formas de vida. Levantai, pois, vossos olhares amados, para enxergar a perfeição, enxergar a beleza da vida, enxergar como o Criador vos oferta tudo o que necessitais, a cada instante, enxergar a verdade de que a abundância, a alegria, a saúde, a paz aí estão e são para todos os que verdadeiramente ousem se juntar, aceitando a interdependência de todas as formas de vida. Este é um grande momento para ser experimentado por todos vós: o momento da união, da compreensão, do amor e da alegria que atrai milhões de almas encarnadas que finalmente redescobrem a luz no final do túnel, a luz que atrai os Filhos da Terra para uma mesma direção. Bem amados, que possais reconhecer a grandiosidade deste momento e que vossas mentes e corações possam se unir finalmente para mudar esse planeta, para que o sonho da paz e da plenitude seja uma realidade na vida de todos vós. Bem amados, intensificai, pois, vossas orações com o propósito de gerar mais e mais luz, para que a luz ilumine este momento e a todos os vossos irmãos, para que todos se unam ao propósito maior de varrer desse planeta a separação e o limite, devolvendo aos Filhos da Terra o verdadeiro sentido da palavra IRMÃOS. Bem amados, Eu vos deixo agora, derramando sobre todos vós as minhas bênçãos e envolvendo a todos no meu manto de proteção, porque Eu Sou Maria, Vossa Mãe”.












Apelo ao Arcanjo Rafael e Mãe Maria

Visualize-o irradiando luz verde para você e faça a afirmação abaixo três vezes:

Amado Rafael,

Arcanjo da Misericórdia e da Cura

Que a Vossa puríssima luz verde

Traga harmonia à minha natureza transitória

Fazendo de mim um canal de cura

para todos aqueles que sofrem.
 
Guardião da saúde e da cura

Peço que vossos raios curativos desçam sobre mim,dando-me saúde e cura.

Guardai meus corpos físico e mental,livrando-me de todas as doenças.

Expandi Vossa beleza curativa em meu lar,meus filhos e familiares, no trabalho que executo,para as pessoas com quem convivo diariamente.

Afastai a discórdia e ajuda-me a superar conflitos.

Arcanjo Rafael, transformai a minha alma e o meu ser,para que eu possa sempre refletir a vossa Luz.

Amén



Eu Sou luz 2010

Eu Sou luz 2013


Eu Sou luz 2013

A LUZ DIVINA NUNCA FALHA, FELIZ AQUELE QUE ACREDITA EM SEU DEUS E CARREGA EM SI A LUZ DA VERDADE, PARA GLÓRIA E SANTIFICAÇÃO DO SANTO NOME DO DEUS ALTÍSSIMO. EU SOU LUZ, EU SOU FILHO DE MAITREYA.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

ASHTAR SHERAN

Eu Sou luz 2010

Ashtar Sheran



 

 

A GFBU está diretamente ligada à Operação Resgate, chefiada pelo Comandante Ashtar Sheran, que nos primórdios da Humanidade Terrestre, se manifestou como Arcanjo Miguel, atuando, ainda hoje, na transmigração de forças involutivas da aura da Terra. A Hierarquia de ASHTAR SHERAN é uma das Hierarquias que auxilia no despertar de uma nova Humanidade, elevando a vibração planetária. Quem é tocado por esta energia de amor e poder, se dedica ao cumprimento do plano evolutivo, com a consequente lembrança de sua origem cósmica e desejo de retornar “pra casa”.A energia de Ashtar ajuda, assim, no processo de ascensão dos seres, decodificando os impulsos recebidos na Terra por estes conselhos, como a GFBU.Os ecos destes contatos promovem transformações infinitas no interior dos “seres resgatáveis”.Tudo e todos estão ligados, formando uma enorme malha planetária, pois...SOMOS TODOS UM

Ashtar Sheran



O Senhor ASHTAR é um mestre "crístico" ascensionado e imortal. Pertence à raça de ADÃO CADMON humano (ou adâmica) e é uma emanação de Raio, ou "filho" daquele ser conhecido como Senhor SANANDA e seu congênere divino ou chama gêmea. É a representação daquele ser conhecido como Senhor MIGUEL e sua chama gêmea, sendo formado da fusão combinada de suas essências e códigos de luz. O Senhor ASHTAR começou sua jornada individualizada como o que vocês poderiam designar como um ser dévico/angélico das linhagens das potências/arautos - anjos, encimadas em termos de almas pelo Senhor Miguel e pelo Senhor Gabriel respectivamente.

Desse modo, o Senhor ASHTAR vem originariamente do que poderia ser designado como o décimo segundo reino dos mundos do trono celeste do Senhor Supremo, o mais Alto Deus. Ele não é originariamente deste universo dimensional e veio aqui apenas para servir na missão que aceitou. É conhecido como um filho "não decaído" de Deus, pois, no decorrer de sua longa passagem através do tempo e do espaço, jamais esqueceu sua fonte espiritual e sua natureza divina. Ele é aquele que jamais se rebelou contra a vontade divina e as leis da divindade suprema. De fato, sua inabalável lealdade e devoção características ao princípio divino e à lei universal revelam seu caráter imaculado e integridade pessoal enquanto um homem plenamente digno de seus elevados status e níveis de responsabilidade.

Muito antes da criação e formação dos mundos inferiores de evolução, dualidade e experimentos, inclusive da formação do mundo agora denominado Terra, ASHTAR passou por longos ciclos de treinamento sob a orientação de seu mestre, o Senhor SANANDA. ASHTAR terminou tomando a decisão de se transferir da linhagem angelical e ingressar na linhagem adâmica humana. O Senhor SANANDA encontrou em ASHTAR alguém bem qualificado para estar no comando de suas esquadras recém-formadas, as quais estariam posicionadas como guardiãs num universo futuro. ASHTAR mais tarde atendeu ao pedido do Senhor Miguel, de SANANDA e de SANAT KUMARA e se uniu à família dos Kumara venusianos numa missão solenemente comprometida com a adoção e os cuidados com a onda de vida em desenvolvimento e com os experimentos a serem realizados neste universo local, galáxia, sistema solar e na Terra, por conseguinte.

Ele tinha sido cuidadosamente treinado e preparado para colaborar nas missões de guarda, orientação espiritual e ascensão dos mundos planetários através do padrão crístico da salvação. ASTHAR alcançou o equivalente do desenvolvimento como alma de um humano da Terra em outros lugares no cosmo, bem como no interior da cadeia venusiana de mundos, na qual alcançou sua maestria ascensionada. Sua essência de alma, como a de muitos outros seres, tocou muitas constelações e mundos planetários e atravessou universos multidimensionais em desenvolvimento e em serviço por virtualmente eras de ciclos incontáveis. Embora pareça estar na faixa dos quarenta anos, ASTHAR é um ser extremamente antigo.

Ele não era originariamente conhecido como ASHTAR, mas como a ressonância de freqüência de ELESTRON-ANTAR-RA-NA e também como GABRI-NA, SHERNA, SHER-NA e finalmente como ASTHAR SHERAN, devido ao mundo no qual alcançou sua maestria ascensionada. ASHTAR não deve ser considerado um deus espacial, mas como um filho de Deus altamente evoluído, um mestre ascensionado e um ser de Deus realizado.

Ele trabalha a serviço deste universo através dos auspícios e dos CONSELHOS DE ÓRION, do Senhor MELCHIZEDECK e do Senhor MIGUEL (bem como daqueles mencionados acima). O Senhor ASHTAR vem como um conselheiro de alto nível e embaixador da hierarquia do Grande Sol Central e do Alto Conselho de MELCHIZEDECK. Ele e seu Conselho da Cruz Solar servem em união coordenada com os Conselhos dos ELOHIM e do poderoso Mercúrio, o grande Diretor Divino SANAT KUMARA e o Senhor SATHYA SAI BABA.

Ele também é um membro altamente respeitado de muitos outros conselhos intergalácticos na qualidade de um conselheiro de alto nível de MELCHIZEDECK e universal. Na companhia de ASTHAR encontram-se os celestiais, os indivíduos angélicos e divinos que servem o Senhor Deus e o Cristo ao administrar as chaves e códigos divinos da luz viva e do som vivo para este setor do universo e, no caso da Terra, ao prepará-la e aos seus povos para se erguer além do código 666 da involução e do materialismo para o código 999 da vida eterna ressuscitada.

ASHTAR SHERAN é um ser de pura luz e puro amor, trazendo uma mensagem espiritual da divindade essencial de todos os seres.

 

 







 

A GRANDE LUZ DIVINA DO GRANDE SOL CENTRAL

Eu Sou luz 2013
 
GRANDE LUZ DIVINA
 
 



 

NA LUZ DIVINA PARA TODA HUMANIDADE
 

PODER MAGNETICO DO IMÃ DO GRANDE SOL CENTRAL
 

Oh! DEUS PAI-MÃE Todo Poderoso presente em meu coração, Divina Presença EU SOU EU SOU de DEUS em mim, meu amado Santo Cristo pessoal, Maha-Chohan, Senhores Hélios e Vesta, Mestra Astreia, Chohans dos Sete Raios, os Sete Heloins e seus complementos Divino, os Sete Arcanjos e suas Arqueias, Anjos e Anjas, meu Corpo Mental Superior, os elementais do Fogo, do Ar, da Água e da Terra. Precipitai! Precipitai! Precipitai!.

 
Poder Magnético do Grande Sol Central (3) vezes. Sobre meus seis corpos invisíveis, e sobre o meu corpo físico desce: desce, desce, desce.

Eu peço e comando que esse apelo seja manifestado fisicamente neste instante mesmo.

EU SOU o poder que faz este apelo se manifestar no plano físico agora mesmo e por todo sempre pela rapidez do relâmpago da Luz do Grande Sol Central.

 

EU SOU EU SOU A PRESENÇA MAGICA

 

POR FRANCISCO CARLOS SILVA RAMOS

sexta-feira, 19 de abril de 2013

SERPENTES



Serpentes





Serpentes, raça de víboras! Como escapareis da condenação do inferno?Mateus 23:33
Dizia, pois, João à
multidão que saía para ser batizada por ele: Raça de víboras, quem vos ensinou
a fugir da ira que está para vir?Lucas 3:7
Raça de víboras, como
podeis vós dizer boas coisas, sendo maus? Pois do que há em abundância no
coração, disso fala a boca. Mateus 12:34
E, vendo ele muitos
dos fariseus e dos saduceus, que vinham ao seu batismo, dizia-lhes: Raça de
víboras, quem vos ensinou a fugir da ira futura?Mateus 3:7
Porque Jesus e João Batista foram duros e enfáticos quanto a
este tipo de personalidade naqueles dias chamados de Fariseus e Mestres da Lei?
Será que eles existem hoje? Você já encontrou com algum?
Infelizmente existem muitos hoje, ou melhor, nossas Igrejas
estão cheias!
Vamos definir quem eram os Mestres da Lei e os Fariseus da
época:
Mestres da Lei: Eram estudiosos e alfabetizados – lembrando que
a população alfabetizada no mundo naquela época era em torno de 3%. Eles
ensinavam nas sinagogas e formavam discípulos. Conheciam o antigo testamento
(Torah) na sua forma histórica e da lei, mas desconheciam ou não praticavam o verdadeiro
espírito da lei de Moisés.
Fariseus: Era um partido político e religioso que aceitavam
o domínio romano pacificamente. Geralmente, a grande classe dominante e
sacerdotes e levitas, participavam da seita dos fariseus. Interpretavam a lei na
sua superfície, sem entender o espírito da lei, por isto ficaram sinônimos de
hipocrisia (aquele que fala, julga ou ensina o que não pratica).
Raça de víboras é exatamente o que eles necessitavam ouvir,
pois isto é o que eram! A hipocrisia deles chegou ao ponto de torna pior os
prosélitos (convertidos ao Judaísmo) do que eram antes de se converterem. Raças
de víboras são aqueles que interpretam a lei como querem, de acordo com seus
interesses, de acordo com o desempenho humano, sem dependência de Deus.
Seguem o que a lei diz na letra, na matemática, sem muito importar com a interpretação que Espírito
Santo der. Para eles a lei em si torna-se a palavra de Deus, mas não era a verdadeira
lei, mas sim como eles a interpretavam. O que Deus Pensa e Acha e Interpreta no
Kerigma (grego: revelação) não era buscado por eles e sim as suas tradições.
As consequências deste tipo de espírito têm visitado o
chamado “avivamento brasileiro.” Nosso evangelho hoje de púlpito distancia da
prática de Jesus. Os fins justificam os meios em muitas organizações e julgamentos
de pecados cometidos são totalmente equivocados. Mas o que mais estraga o
cristianismo perante os estão fora os que estão dentro da igreja é a corrosão
da Graça de Deus: Base da salvação e da teologia do Cristianismo. O ensino
errado da graça pode destruir o cristianismo relegando a uma religião qualquer,
que depende de preceitos humanos.
Nosso cristianismo necessita de uma Nova Reforma devida esta
falta de entendimento da graça. Nosso cristianismo hoje é mais baseado na
observância de uma lei velada. É um cristianismo mais parecido com a lei mosaica do que com a Graça tão bem explicada no livro de Gálatas.
Sintomas mais corrosivos da interpretação farisaica: 1)
Dividem pecados mais sérios e pecados tolerados como: Separação conjugal é uma
aberração na igreja, mas dividir covardemente uma igreja criando outra com parte dos membros é abrir uma “nova fonte” (qual será  mais sério e qual machucará mais o corpo de Cristo, qual terá mais consequências para o coletivo). Assim vai: Pecados financeiros (abusos) são tolerados, mas o homossexual sofre um terrível
preconceito em nosso meio como se fosse alguém sem condições de serem amados, restaurados. 2) Julgam sem dó as falhas dos outros sem enxergar as próprias faltas.
Não enxergam como Deus: Pela lupa do amor, enxergam as pessoas pela lupa do julgamento. A Graça que salvará a humanidade quando é misturada a força humana, ao desempenho dos fariseus, ao esforço hipócrita, faz com que eles coam um mosquito, mas deixam passar em seus julgamentos um camelo.
OS PECADOS DAS PESSOAS DEVEM SER TRATADOS PELO ESPÍRITO, NO AMADURECIMENTO COM O TEMPO, E NÃO
POR VOCÊ, FARISEU!
O estágio da igreja brasileira ainda está no nível dos
mestres da lei e dos fariseus, mas pode, se 
não pregarmos intensivamente a Graça, chegar ao grito dos sinceros
que não terão outra opção a falar senão como Jesus e João Batista: RAÇA DE VÍBORAS! Pensem…
A paz do Verbo,


Filhos de Maytrea

Jesus é Deus?

Jesus é Deus?

Você já encontrou uma pessoa que é o centro das atenções onde quer que vá? Alguma característica misteriosa e indefinível o distingue de todas as outras pessoas. Pois foi isso que aconteceu dois mil anos atrás com Jesus Cristo. Porém não foi simplesmente a personalidade de Jesus que cativou aqueles que o ouviam. Aqueles que puderem ouvir suas palavras e observar sua vida nos dizem que existia algo em Jesus de Nazaré que era diferente de todas as outras pessoas.
A única credencial de Jesus era ele mesmo. Ele nunca escreveu um livro, comandou um exército, ocupou um cargo político ou teve uma propriedade. Normalmente ele viajava se afastando somente alguns quilômetros do seu vilarejo, atraindo multidões impressionadas com suas palavras provocativas e seus feitos impressionantes.
Ainda assim, a magnitude de Jesus era óbvia para todos aqueles que o viram e ouviram. E enquanto a maioria das grandes personalidades históricas desaparece nos livros, Jesus ainda é o foco de milhares de livros e controvérsias sem paralelos na mídia. Grande parte dessas controvérsias envolvem as afirmações radicais que Jesus fez sobre si mesmo, afirmações que espantaram tanto seus seguidores quanto seus adversários.
Foi principalmente as afirmações únicas de Jesus que fizeram com que ele fosse considerado uma ameaça pelas autoridades romanas e pela hierarquia judaica. Embora fosse um estranho sem credenciais ou força política, em apenas três anos Jesus foi capaz de mudar a história dos mais de 20 séculos seguintes. Outros líderes morais e religiosos influenciaram a história, mas não como o filho de um carpinteiro desconhecido de Nazaré.
Qual era a diferença de Jesus Cristo? Ele era apenas um homem de grande valor ou era algo mais?
Essas perguntas nos levam ao cerne do que Jesus realmente era. Alguns acreditam que ele era simplesmente um grande professor de moral, já outros pensam que ele foi simplesmente o líder da maior religião do mundo. Porém muitos acreditam em algo muito maior. Os cristãos acreditam que Deus nos visitou em forma humana, e acreditam que há evidências que provam isso.
Após analisar com cuidado a vida e as palavras de Jesus, C.S. Lewis, antigo cético e professor de Cambridge, chegou a uma espantosa conclusão, que alterou o rumo de sua vida. Então quem é Jesus de verdade? Muitos dirão que Jesus foi um grande professor de moral. Ao analisarmos mais cuidadosamente a história do homem que causa mais controvérsias em todo o mundo, primeiramente devemos perguntar: será que Jesus foi simplesmente um grande professor de moral?

Grande professor de moral?

Mesmo os membros de outras religiões acreditam que Jesus foi um grande professor de moral. O líder indiano Mahatma Gandhi falava muito bem sobre a integridade e as palavras sábias de Jesus.
Da mesma forma, o estudioso judeu Joseph Klausner escreveu, “Admite-se mundialmente… que Cristo ensinou a ética mais pura e sublime… que joga nas sombras os preceitos e as máximas morais dos mais sábios homens da antiguidade.”
O Sermão do Monte de Jesus foi considerado o maior de todos os ensinamentos sobre ética humana já feita por uma pessoa. De fato, muito do que conhecemos atualmente como “direitos iguais” é resultado dos ensinamentos de Jesus. O historicista Will Durant, que não é cristão, disse a respeito de Jesus: “Ele viveu e lutou persistentemente por ‘direitos iguais’, e nos tempos modernos teria sido mandado para a Sibéria. ‘O maior dentre vós será vosso servo’ é a inversão de toda a sabedoria política, de toda a sanidade.”
Muitos, como Gandhi, tentaram separar os ensinamentos de Jesus sobre ética de suas afirmações a respeito de si mesmo, acreditando que ele era simplesmente um grande homem que ensinava grandes princípios morais. Essa foi a abordagem de um dos Pais Fundadores dos Estados Unidos, o presidente Thomas Jefferson, que editou uma cópia do Novo Testamento retirando as partes que considerava que se referiam à divindade de Jesus e deixando as partes a respeito do ensinamento morais e éticos. Jefferson carregava consigo essa versão editada do Novo Testamento, reverenciando Jesus como o maior professor de moral de todos os tempos.
De fato, as memoráveis palavras de Jefferson na Declaração de Independência tiveram como base os ensinamentos de Jesus de que toda pessoa é de imensa e igual importância perante Deus, independente de sexo, raça ou status social. O famoso documento diz: “Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens são criados iguais, dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis…”.
Mas Jefferson não respondeu uma pergunta: Se Jesus afirmou incorretamente ser Deus, ele não poderia ter sido um bom professor de moral. No entanto, Jesus de fato afirmou sua divindade? Antes de observarmos o que Jesus afirmou, precisamos analisar a possibilidade de ele ter sido simplesmente um grande líder religioso.

Grande líder religioso?

Surpreendentemente, Jesus jamais afirmou ser um líder religioso. Ele nunca se envolveu com políticas religiosas ou promoveu agressivamente suas causas, além de atuar quase sempre fora de locais religiosos.
Ao comparar Jesus com outros grandes líderes religiosos, uma notável distinção aparece. Ravi Zacharias, que cresceu na cultura hindu, estudou religiões do mundo todo e notou uma diferença fundamental entre Jesus Cristo e os criadores de outras grandes religiões.
“Em todos esses, existe uma instrução, um modo de viver. Não é Zaratustra quem você consulta, é Zaratustra quem você escuta. Não é Buda que o liberta, são as Nobres Verdades que o instruem. Não é Maomé que o transforma, é a beleza do Corão que o lisonjeia. No entanto, Jesus são somente ensinou ou expôs sua mensagem. Ele era a sua própria mensagem”.
A verdade na afirmação de Zacharias é ressaltada pelas diversas vezes nos Evangelhos em que os ensinamentos de Jesus foram simplesmente “Venha a mim”, “Siga-me” ou “Obedeça-me”. Além disso, Jesus deixou claro que sua principal missão era perdoar os pecados, algo que somente Deus poderia fazer.
Em As maiores religiões do mundo, Huston Smith apontou: “Somente duas pessoas surpreenderam tanto seus contemporâneos a ponto de provocarem a pergunta ‘O que é ele?’ em vez de ‘Quem é ele?’. Essas duas pessoas foram Jesus e Buda. As respostas de Jesus e Buda para essa pergunta foram exatamente opostas. Buda disse claramente que ele era um simples mortal, e não um deus, quase que como se estivesse prevendo futuras tentativas de adoração. Jesus, por outro lado, afirmou… ser divino.”
E isso nos leva à questão do que Jesus realmente afirmou sobre si mesmo: Jesus afirmou ser divino?

Jesus afirmou ser Deus?

Então o que convence muitos estudiosos de que Jesus afirmou ser Deus? O autor John Piper explica que Jesus reivindicou poderes que pertenciam exclusivamente a Deus.
“… os amigos e inimigos de Jesus ficavam espantados constantemente com suas palavras e ações. Ao andar pelas estradas, aparentando ser uma pessoa qualquer, ele virava e dizia coisas como “Antes de Abraão nascer, Eu Sou” ou “Quem me vê, vê o Pai”. Ou, com muita calma, depois de ser acusado de blasfêmia, ele dizia: ‘O Filho do homem tem na terra autoridade para perdoar pecados’. Para os mortos ele simplesmente dizia ‘Apareçam’ ou ‘Ergam-se’. E eles obedeciam. Para as tempestades ele dizia ‘Acalmem-se’. E para um pedaço de pão ele dizia ‘Transforme-se em mil refeições’. E tudo acontecia imediatamente”.
Mas o que Jesus realmente queria dizer com tais afirmações? É possível que Jesus tenha sido meramente um profeta como Moisés, Elias ou Daniel? Mesmo uma leitura superficial dos Evangelhos nos mostra que Jesus afirmou ser mais do que um profeta. Nenhum outro profeta fez afirmações desse tipo sobre si mesmo, de fato nenhum outro profeta jamais se colocou no lugar de Deus.
Alguns dizem que Jesus jamais disse explicitamente “Eu sou Deus”. É verdade que ele jamais disse exatamente as palavras “Eu sou Deus”. No entanto, Jesus também nunca disse explicitamente “Eu sou um homem” ou “Eu sou um profeta”. Ainda assim, Jesus foi sem dúvida humano, e seus seguidores o consideravam um profeta como Moisés ou Elias. Assim, não podemos rejeitar o fato de que Jesus era uma divindade somente pelo fato dele não ter dito exatamente essas palavras, assim como não podemos dizer que ele não era um profeta.
De fato, as afirmações de Jesus sobre si mesmo contradizem a noção de que ele era simplesmente um grande homem ou um profeta. Em mais de uma ocasião, Jesus chamou a si mesmo de Filho de Deus. Quando questionado se acreditava na possibilidade de Jesus ter sido o Filho de Deus, o vocalista da banda U2, Bono, respondeu:
“Não, não é improvável para mim. Veja bem, a resposta secular para a história de Cristo é sempre esta: ele era um grande profeta, claramente uma pessoa muito interessante e com muitas coisas a dizer, assim como outros grandes profetas como Elias, Maomé, Buda ou Confúcio. Porém na verdade Cristo não deixava você fazer isso. Ele não o isentava das responsabilidades. Cristo dizia: ‘Não, não estou dizendo que sou um professor, não me chame de professor. Não estou dizendo que sou um profeta. … Estou dizendo que sou a encarnação de Deus’. E as pessoas dizem: Não, não, por favor, seja apenas um profeta. Um profeta nós podemos aceitar.”
Antes de analisarmos as afirmações de Jesus, é importante entendermos que essas afirmações foram feitas no contexto da crença judaica em um único Deus (monoteísmo). Nenhum Judeu fiel acreditaria em mais de um único Deus. E Jesus acreditava no Deus único, orando para seu Pai como “o único Deus verdadeiro”.
Mas na mesma oração, Jesus falou sobre ter sempre existido com seu Pai. E quando Filipe pediu a Jesus para que ele lhe mostrasse o Pai, Jesus disse: “Você não me conhece, Filipe, mesmo depois de eu ter estado com vocês durante tanto tempo? Quem me vê, vê o Pai.”[10] Assim a pergunta é: “Jesus afirmava ser o Deus hebraico que criou o universo?

Jesus afirmou ser o Deus de Abraão e Moisés?

Jesus continuamente fazia referência a si mesmo de forma que confundiam seus ouvintes. Como aponta Piper, Jesus fez uma afirmação audaciosa, “Antes de Abraão nascer, EU SOU.” Ele falou a Marta e a outros ao seu redor: “EU SOU a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá.” Da mesma forma, Jesus fazia afirmações como, “EU SOU a luz do mundo”, “EU SOU o único caminho para Deus” ou “EU SOU a ‘verdade’”. Essas e muitas outras de suas afirmações começavam coma as palavras sagradas para Deus, “EU SOU” (ego eimi). O que Jesus quis dizer com tais afirmações e qual é a importância do termo “EU SOU”?
Mais uma vez, precisamos voltar ao contexto. Nas Escrituras Hebraicas, quando Moisés perguntou a Deus Seu nome na sarça ardente, Deus respondeu: “EU SOU”. Ele estava revelando a Moisés que Ele era o único Deus atemporal e que sempre existiu. Incrivelmente, Jesus estava usando essas palavras sagradas para descrever a si mesmo. A questão é: “Por que”?
Desde os tempos de Moisés, nenhum praticante do judaísmo jamais se referiria a si mesmo ou a qualquer outra pessoa usando “EU SOU”. Com resultado, as afirmações de “EU SOU” de Jesus enfurecerem os líderes judaicos. Certa vez, por exemplo, alguns líderes explicaram a Jesus por que estavam tentando matá-lo: “Porque você é um simples homem e se apresenta como Deus”.
O uso do nome de Deus por parte de Jesus deixou os líderes religiosos muito enfurecidos. A questão é que esses estudiosos do Antigo Testamento sabiam exatamente o que ele estava dizendo: ele afirmava ser Deus, o Criador do universo. Somente essa afirmação poderia ter resultado na acusação de blasfêmia. Ao ler o texto, é claro entender que Jesus afirmava ser Deus, não simplesmente por suas palavras, mas também pelas reações a essas palavras.
C.S. Lewis inicialmente considerava Jesus um mito. Porém esse gênio da literatura, que conheci os mitos muito bem, chegou à conclusão de que Jesus tinha de ter sido uma pessoa real. Além disso, conforme Lewis investigava as evidências sobre Jesus, ele se convenceu que Jesus não somente era real, mas também era diferente de qualquer outro homem da história. Lewis escreveu:
“E aí que vem o verdadeiro choque. Entre esses judeus, de repente surge um homem que começa a falar como se Ele fosse Deus. Ele diz perdoar os pecados. Ele diz que Ele sempre existiu. Ele diz que Ele está vindo para julgar o mundo no final dos tempos”.
Para Lewis, as afirmações de Jesus eram simplesmente muito radicais e profundas para terem sido feitas por um simples professor ou líder religioso.

Que tipo de Deus?

Alguns dizem que Jesus afirmava ser apenas uma parte de Deus. Porém a ideia de que todos nós fazemos parte de Deus e de que dentro de nós está a semente da divindade simplesmente não é um sentido possível para as palavras e ações de Jesus. Tais pensamentos são revisionistas e não condizem com seus ensinamentos, suas crenças e com o entendimento de seus ensinamentos por parte de seus discípulos.
Jesus ensinou que ele era Deus do modo que os judeus entendiam Deus e que as Escrituras Hebraicas retratavam Deus, e não do modo que o movimento da Nova Era entendia Deus. Nem Jesus nem seu público conheciam Star Wars, então quando falavam de Deus, eles não estavam falando de forças cósmicas. Trata-se simplesmente de uma má história para redefinir o que Jesus queria dizer com o conceito de Deus.
Lewis explica:
Vamos esclarecer isso. Entre panteístas, como os indianos, qualquer pessoa poderia dizer que é parte de Deus, ou um com Deus… Porém este homem, por ser judeu, não poderia dizer que era esse tipo de Deus. Deus, em seu idioma, significava Estar fora do mundo, aquele que criou o mundo e era infinitamente diferente de qualquer outra coisa. Ao entender isso, você verá que o que esse homem disse, de forma muito simples, foi a coisa mais chocante jamais dita por um homem.
Com certeza existem aqueles que aceitam Jesus como um grande professor, porém ainda recusam chamá-lo de Deus. Como deísta, sabemos que Thomas Jefferson não tinha problemas para aceitar os ensinamentos morais e éticos de Jesus e ao mesmo tempo rejeitar sua divindade. Porém como já dito, se Jesus não era quem afirmava ser, então é preciso analisar outras possibilidades, nenhuma das quais faria dele um grande professor moral. Lewis disse: “Estou tentando impedir que qualquer um diga a coisa mais insensata, que as pessoas dizem frequentemente, sobre Ele: ‘Aceito Jesus como um grande professor moral, porém não aceito as afirmações de que ele era Deus’. É exatamente isso que não podemos dizer”.
Em sua missão em busca da verdade, Lewis sabia que não era possível aceitar as duas identidades de Jesus. Ou Jesus era quem ele afirmava ser, a encarnação de Deus, ou suas afirmações eram falas. Se fossem falsas, Jesus não poderia ter sido um grande professor moral. Ele estaria mentindo de propósito ou teria sido um lunático com um complexo de Deus.
Jesus poderia estar mentindo?
Mesmos os maiores críticos de Jesus raramente o chamaram de mentiroso. Essa classificação não é compatível com os grandes ensinamentos sobre moral e ética de Jesus. Mas se Jesus não era quem afirmava ser, devemos pensar na possibilidade de que ele estava intencionalmente enganando a todos.
Uma das mais conhecidas e influentes obras políticas de todos os tempos foi escrita por Nicolau Maquiavel em 1532. Eu seu clássico, O príncipe, Maquiavel exalta o poder, o sucesso, a imagem e a eficiência acima da lealdade, da fé e da honestidade. De acordo com Maquiavel, não há problemas em mentir quando isso visa um fim político.
Poderia Jesus Cristo ter construído todo seu império com base em uma mentira simplesmente para obter poder, fama ou sucesso? De fato, os inimigos judeus de Jesus constantemente tentavam o expor como uma fraude ou um mentiroso. Eles o bombardeavam de perguntas, tentando fazer com que ele cometesse erros ou se contradissesse. Ainda assim, as respostas de Jesus eram de uma incrível consistência.
Assim, a questão que temos que fazer é: o que poderia motivar Jesus a tornar toda sua vida uma mentira? Ele ensinava que Deus não aceitava mentiras e hipocrisia, assim ele não poderia estar fazendo isso para agradar ao seu Pai. Ele certamente não mentiu em benefício de seus seguidores, uma vez todos, com exceção de um, foram martirizados em vez de renunciar seu Senhor (consulte “Os apóstolos acreditavam que Jesus era Deus?”  Assim, nos restam apenas duas possíveis explicações, ambas as quais são problemáticas.

Benefício

Muitas pessoas mentiram em prol de ganhos pessoais. De fato, a motivação da maioria das mentiras é o benefício que as pessoas veem nelas. O que Jesus poderia querer ganhar ao mentir sobre sua identidade? A resposta mais óbvia seria o poder. Se as pessoas acreditassem que ele era Deus, ele teria um poder imenso (é por isso que muitos líderes antigos, como os imperadores romanos, afirmavam ser de origem divina).
O problema dessa explicação é que Jesus evitava qualquer tentativa de ser colocado no poder, em vez de castigar aqueles que abusam de tal poder e vivem suas vidas em busca dele. Além disso, ele estendia suas mãos para os rejeitados (prostitutas e leprosos), aqueles sem poder, criando uma rede de pessoas cuja influência era menor do que zero. De uma maneira que só pode ser descrita como bizarra, tudo aquilo que Jesus fez e disse ia em direção complemente oposta ao poder.
Se a motivação de Jesus era o poder, ele aparentemente teria evitado a cruz a todo custo. Ainda assim, em diversas ocasiões, ele disse a seus discípulos que a cruz era seu destino e sua missão. Como morrer em uma cruz romana poderia conceder poder a alguém?
A morte, obviamente, trás a devida atenção a qualquer coisa. E enquanto muitos mártires morreram em prol das causas que acreditavam, poucos estiverem dispostos a morrer por mentiras conhecidas. Com certeza todas as esperanças de ganhos pessoais de Jesus teriam acabado na cruz. Ainda assim, até seu último suspiro, ele não abriu mão de afirmar que era o único Filho de Deus. O estudioso do Novo Testamento J. I. Packer aponta que este título expressa a divindade pessoal de Jesus.

Um legado

Então se Jesus não mentia em benefício próprio, talvez suas afirmações radicais fossem falsas a fim de deixar um legado. Porém a possibilidade de ser espancado e pregado em uma cruz teria rapidamente acabado com o entusiasmo da grande maioria das pessoas.
Aqui está outro fato assombroso. Se Jesus tivesse simplesmente rejeitado a afirmação de ser Filho de Deus, ele jamais teria sido condenado. Foi sua afirmação de ser Deus e sua relutância a rejeitá-la que fizeram com que ele fosse crucificado.
Se aumentar sua credibilidade e reputação histórica foi o que motivou Jesus a mentir, é preciso explicar como um filho de carpinteiro, proveniente de um pobre vilarejo da Judéia, pode ter previsto os eventos futuros que tornariam seu nome tão conhecido e importante no mundo todo. Como ele poderia saber que sua mensagem sobreviveria? Os discípulos de Jesus tinham fugido e Pedro o negou, o que não é exatamente a melhor ideia para deixar um legado religioso.
Os historicistas acreditam que Jesus mentiu? Estudiosos analisaram a vida e as palavras de Jesus para descobrir se há qualquer evidência de falhas em sua personalidade moral. De fato, mesmo os maiores céticos ficam espantados com a pureza ética e moral de Jesus.
De acordo com o historicista Philip Schaff, não há evidências, tanto na história da igreja quanto na história secular, de que Jesus tenha mentido sobre qualquer coisa. Schaff argumentou: “Como, em nome da lógica, senso comum e experiência, um homem enganador, egoísta e depravado poderia ter inventado e mantido de forma consistente, do início ao fim, a personalidade mais pura e nobre da história, com o mais perfeito ar de verdade e realidade?”.
Aceitar a possibilidade de que Jesus era um mentiroso iria em direção oposta a tudo aquilo em prol de que Jesus ensinou, viveu e morreu. Para a maioria dos estudiosos, essa opção simplesmente não faz sentido. Ainda assim, para negar as afirmações de Jesus, é preciso uma explicação. E se as afirmações de Jesus não são verdadeiras, e ele não estava mentindo, a única opção restante é de que ele estava enganando a si mesmo.

Jesus poderia estar enganando a si mesmo?

Albert Schweitzer, ganhador do Prêmio Nobel em 1952 por seus trabalhos humanitários, tinha suas próprias ideias sobre Jesus. Schweitzer chegou à conclusão de que a insanidade era a base das afirmações de Jesus de ser Deus. Em outras palavras, Jesus estava errado em suas afirmações, porém ele não mentiu intencionalmente. De acordo a teoria de Schweitzer, Jesus estava iludido de forma a acreditar que ele era o Messias.
Lewis avaliou cuidadosamente essa possibilidade. Ele deduziu que se as afirmações de Jesus não fossem verdadeiras, então ele era louco. Lewis argumenta que alguém que afirmou ser Deus não seria um grande professor moral. “Ou ele seria um lunático do mesmo nível de uma pessoa que diz ser um ovo cozido ou seria o Diabo do Inferno”.
A maioria das pessoas que estudou a vida e as palavras de Jesus o reconhece como uma pessoa extremamente racional. Embora sua vida tenha sido permeada de imoralidade e ceticismo pessoal, o renomado filósofo francês Jacques Rousseau (1712–78) reconheceu a personalidade elevada e a presença de espírito de Jesus, declarando: “Quando Platão descreveu seu homem justo imaginário… ele descrever exatamente a personalidade de Cristo. … Se a vida e a morte de Sócrates são as de um filósofo, a vida e a morte de Jesus Cristo são as de um Deus”.
Bono conclui que “louco” é a última coisa que alguém pode pensar de Jesus.
“Assim o que lhe resta é que Cristo era quem Ele dizia ser ou era totalmente louco. E quando digo louco, digo louco como Charles Manson… Eu não estou brincando. A ideia de que toda a história da civilização em mais da metade do planeta foi completamente alterada por um lunático, para mim isso não pode ser verdade…”.
Então, Jesus era um mentiroso ou um lunático, ou era o Filho de Deus? Será que Jefferson estava certo ao classificar Jesus como “somente um professor moral”, negando sua divindade? É interessante que o público de Jesus, tanto crentes como inimigos, nunca o consideraram como um simples professor moral. Jesus causou três reações principais nas pessoas com que teve contato: ódio, terror ou adoração.
As afirmações de Jesus Cristo nos forçam a escolher. Como disse Lewis, nós não podemos categorizar Jesus simplesmente como um grande líder religioso ou um grande professor moral. O ex-cético nos desafia a nos decidir a respeito de Jesus, dizendo:
“Você precisa se decidir. Ou esse homem era, e é, o Filho de Deus, ou é um louco ao algo ainda pior. Você pode calá-lo por Ele ser um louco, você pode cuspir Nele e matá-lo como um demônio ou ajoelhar-se perante Ele e chamá-lo de Senhor e Deus. Mas não vamos considerar besteiras arrogantes dizendo que Ele era um grande professor moral. Ele não nos deu essa possibilidade. Não era esse seu objetivo”.
Em Cristianismo Puro e Simples, Lewis explora diversas possibilidades a respeito da identidade de Jesus, concluindo que ele é exatamente quem ele afirmava ser. Sua análise cuidadosa da vida e das palavras de Jesus levou esse grande gênio da literatura a renunciar seu o ateísmo e se tornar um Cristão comprometido.
A grande questão da história da humanidade é “quem é o verdadeiro Jesus Cristo”? Bono, Lewis e muitos outros chegaram à conclusão de que Deus visitou a terra em forma humana. Mas se isso é verdade, nos esperaríamos que ele estivesse vivo atualmente. E é exatamente isso seus seguidores acreditam.

Jesus voltou mesmo dos mortos?

As testemunhas de Jesus Cristo realmente falaram e agiram como se acreditassem que ele fisicamente se ergueu dentre os mortos após sua crucificação. Se eles estivessem errados, o cristianismo teria se baseado em uma mentira. Mas se estivessem certos, tal milagre confirmaria tudo o que Jesus disse sobre Deus, sobre si mesmo e sobre nós.
Devemos então aceitar a ressurreição de Jesus Cristo somente pela fé ou existe uma evidência histórica sólida? Muitos céticos começaram investigações sobre os registros históricos para provar que os registros da ressurreição são falsos. O que eles descobriram?

Jesus disse o que acontece após a morte?

Se Jesus realmente voltou dos mortos, ele deve saber o que está do outro lado. O que Jesus disse sobre o significado da vida e sobre nosso futuro? Existem vários caminhos para Deus ou Jesus afirmou ser o único? Leia as respostas iniciais em “Por que Jesus?”

Jesus pode trazer significado para a vida?

Jesus pode responder as grandes questões da vida: “Quem sou eu?” “Por que estou aqui?” E, “Para onde estou indo?” Jesus fez declarações sobre a vida e o nosso propósito aqui na Terra que precisam ser analisadas antes de o ignorarmos como indiferente ou impotente. Este artigo, “Por que Jesus”, analisa o mistério de por que Jesus veio para a Terra e o que isso significa para nós.
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